"(...) -Como eu gosto de você?

Eu gosto de você do jeito que você se gosta".

O Mundo no Engenho... e o ENGENHO do Mundo

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O medo invisível

 Blablabla...("Voz" para quê ?)- F.C, 2011.

Germina no ventre dessa Era
A maior de todas as misérias...
E na inconstância de cada Ser,
Morrem os ideais futuros,
Amizades se atam sob juros
E desatam, quando nada mais a ver.
Na fraqueza que dissolve a Vontade,
Beber o Mundo - antes que acabe - 
É deixar de sorver sua essência,
É clichê, por excelência,
Bem aceito, forte e vivo.
É praga que se espalha,
Contamina e definha ao decorrer da batalha
Aquele que se presta à luta,
Sem limites, pelas coisas justas...
É prêmio que se paga
Aquele que toma o mundo como uma teta:
É a mais cruel das facetas
Da(s) doença(s) de Narciso...

E, assisto sem graça - o escárnio e o riso.
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