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O Mundo no Engenho... e o ENGENHO do Mundo

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Revistas temáticas & bancas: a informação e o conhecimento mais próximos do povo.

 História Viva, Especial Mitologia, Duetto, nº 30

Há pouco tempo os frequentadores mais assíduos das bancas de jornais têm assistido a uma revolução silenciosa no que se refere à oferta de conteúdos de áreas específicas, tais como História, Geografia Filosofia, Literatura e outros. Algumas, com abordagens muito superficiais, outras de ótima qualidade na condução mestra ( texto básico) e acessória de assuntos coligados ("os links").  O que falta é divulgação e orientação tanto para quem vende quanto para quem compra.
A princípio, é válido para aquele que puder ter acesso a esse material, comparar conteúdos e enfoques; ainda, se há uma certa condução fechada ou aberta do tema, esta última, de modo a fazer com que o leitor fique mais curioso e busque em outros suportes mais informações a fim de  formar a própria opinião, sem ser simplesmente  direcionado a pôr um ponto final logo de  início. Isto porque quando o tema é dado por "certo" - o que nunca é (1), o leitor não se sente motivado e, se não desconfiar, apenas aceita e satisfaz com a "pesquisa" reproduzindo um conhecimento "enciclopédico" - cristalizado num dado tempo/espaço – meramente domesticador.
Esses periódicos com suas devidas especificidades e diversidade enriquecem as bancas e as torna um ponto de encontro, discussão ou de mero bate-papo, mas sempre de trocas. Banca bem montada atrai gente de todas as idades e classe social, o que as faz não só um ESPAÇO PÚBLICO, como um ESPAÇO PÚBLICO DEMOCRÁTICO. A mesma adolescente que vai comprar a Teen, pode se interessar por um assunto na revista de História, de Geografia, de Filosofia. Mesmo, sanar aquela dúvida que o livro didático ou o texto da Net não responderam.  É preciso apenas adequar os estilos e as linguagens - tudo depende do conhecimento / informação que o leitor tem e o grau de complexidade que pretende atingir. Os jornaleiros devem ficar mais a par disso, evitando uma linguagem muito complicada para um estudante do ensino fundamental, por exemplo.
Quanto aos preços são razoáveis, de aproximadamente R$7,90 a uns R$16,90, se parte de Coleção. O inconveniente é que nem sempre tem alguma boa revista abordando acerca do que precisamos ou, quando tem, pode não dar o tratamento mais pertinente para o que se deseja. Os mais experientes não têm dificuldades na escolha, entretanto, o estudante é sempre bom conversar com um professor e pedir orientação antes de comprar. Porém, se inadequada a compra, este saberá, inclusive, se utilizar dos erros e apontar os caminhos que teriam sido mais corretos naquela dada exposição escrita.
Relacionamos abaixo algumas publicações que merecem destaque.

Notas

(1) pois sempre novos conhecimentos abalam as verdades e conduzem a inúmeras outras perguntas;



Editora Segmento


Editora Escala


Editora Escala


Editora Escala Educacional


Editora Duetto


( livro: coleção "História essencial da Filosofia")
Universo dos Livros.


Editora Escala Educacional







6 comentários:

Tais Luso disse...

Oi, Fenix, compro muito estas revistas, servem de complemento para pesquisas em alguns livros. Realmente trazem coisas muito boas, sua qualidade é excelente. Existem, também, em sebos, cujas matérias são bem atuais, outras jamais sairão, pois trata-se de algo científico. E encontrei muitas destas revistas por 1 real!!
Fica aí a dica...

Beijos pra você.
Tais Luso

Malu disse...

Concordo e assino embaixo das afirmações da Taís.
Aqui, em Varginha, temos sebos excelentes que nos oferecem essas revistas por preços ótimos.
Mas ainda acho minha querida amiga, que levará muito para as pessoas terem este discernimento quanto às leituras...
Mas acredito que chegarão, pois muitas vezes os próprios donos das bancas, quando recebem produto novo e desconhecido, não deixam que seja folhado e nem sabe do que se trata.
Sinceramente dono de banca deveria ser apaixonado por leitura, mas nunca o é.
Abraços, linda e grande semana para si!

FÊNIX CRUZ disse...

Aqui em SP encontrei duas num SEBO, inclusive, uma delas está na publicação. Paguei baratinho, também, e fiquei tão contente que não parei mais de comprar as de Filosofia. Gosto porque não fecham portas. Não dizem "é", deixam "reticências". Quando mudarem o perfil, deixo de comprá-las e pior, de recomendá-las! Por enquanto, essas Editoras estão no caminho certo - o de orientar.

No próximo post vou falar dos Sebos em SP- descobri que muitas pessoas - estudantes do ensino médio e fundamental -, não conhecem as boas oportunidades e, às vezes, as armadilhas(!)deles...

(gostar não pode cegar, não é verdade?)

Beijos, Taís!

FÊNIX CRUZ disse...

É verdade, Malu - há uma má vontade por parte de certos jornaleiros , acompanhada de uma má orientação das próprias editoras que, por sua vez, deveriam, no mínimo, preparar algum material para orientá-los a respeito do produto. Isso facilitaria bastante aos estudantes e outros interessados. Infelizmente, Bancas boas são raras, com pessoas dedicadas ao trabalho que exercem, mais ainda. Tenho sorte de conseguir ver as revistas sem pressões ou má vontade dos jornaleiros. Posso escolher. Se eles não informam mais é porque não sabem, não são orientados. È uma pena, pois poderia ser bom para todos! Beijos Malu!

ALUISIO CAVALCANTE JR disse...

Querida amiga

Penso que o conhecimento
é a única arma conhecida
quanto a intolerância.


Que sempre existam mãos
para "carinhar" o teu dia

VeraBruxa disse...

Passo prá dizer olá e divulgar trabalho da minha nora: www.buchholz.com.br

Assisti Paul McCartney em Porto Alegre (inesquecível)e irei assistir Ringo Star em novembro. Os outros 2 Beatles (Lehnon e George)não tenho pressa de encontrar...rsrsrsrs...
Boas leituras.
Abraço.

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