"(...) -Como eu gosto de você?

Eu gosto de você do jeito que você se gosta".

O Mundo no Engenho... e o ENGENHO do Mundo

terça-feira, 30 de julho de 2013

360°



O que pode ser esquecido
Quando o sangue derramado
Paralisa os ânimos desarmados
Frente aos destinos da estupidez
Outra vez?

A consciência que se contrói
Da dor profunda n'alma
Os sentidos grafados na palma
Mais a temer?
Refazer.

O susto, o lapso, o clarear.
O tempo incendeia
De volta a revolta dissolvida no ar -
Penetrando através da pele -,
Nenhum doutrinamento repele.

Se a força está na semente,
Se nada é permanente
Movimenta-se em espiral...
A esperança latente se nutre:
Do fundo de Pandora, urge.


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