"(...) -Como eu gosto de você?

Eu gosto de você do jeito que você se gosta".

O Mundo no Engenho... e o ENGENHO do Mundo

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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Sol e Lua

A Lua - foto modificada Gimp/2015

 (Letra sem melodia)

Se nós
Não nos fazemos necessários
Pelo  nosso amor,
Nada mais nos resta, além da solidão.

Mesmo que a voz
Ainda acenda a chama
Não vale a pena o drama
Por isso, a Lua é fria e se volta à imensidão.

E não diremos que "não"
Não, não não...
Que a solidão da Lua é como a minha e a sua
Causando confusão
Sol, não, não...

Mesmo que a voz atenda
No coração, a fenda,
Já não se tocam as mãos:
Seguimos, cada qual, a própria revolução...



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Foto - edição Gimp - 2015

terça-feira, 31 de março de 2015

Eu não lembro o que deixei para trás


 A Pena Mágica - O Vale - 2014/2015.

Letra ( sem melodia)


Ando meio perdida,
Em tantos lugares...
Procurando o meu rosto
Nos reflexos dos olhos que me fitam,
Nas bocas que me atiçam as respostas -
Opostas ao que sinto, ou gosto.

Eu não lembro o que deixei para trás,
Sei o que  fazer daqui para a frente:
Fugir à entrega cega,
Desconfiar da eficiência das regras
Ater-me mais à mentira que nos cerca.

Se à volta tudo muda, 
No coração humano nada muda tanto assim,
Insiste nos mesmos erros...
Se em mim o essencial permanece
O que não serve passa, muta e acresce,
Vivo num turbilhão sem fim.

E eu não lembro o que deixei para trás,
Sei o que  fazer daqui para a frente:
Fugir à entrega cega,
Desconfiar da eficiência das regras
Ater-me mais à mentira que nos cerca.











sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Risco

 "Siga-me". Foto: modificada - 2015 - Gimp 2.8 -

 (Letra sem melodia)

Siga-me
Se for capaz de atravessar o deserto;
Expor-se em campo aberto;
Nunca falar demais
E deixar de olhar para trás.


Siga-me
Mas, não aguarde morada,
Sabendo ser perigosa a entrada
E, a saída, ligeira como a seta
Que lhe mira em linha reta.

Junto-me
Só ao vento que se perde
Para além das fronteiras do visível:
Segurar-me é, também, impossível.

Junto-me
Ao mar que se espraia
E retorna sempre ao início.
O meu coração é o risco.


Fênix Cruz. 







sábado, 22 de fevereiro de 2014

A Vida sem retoques

Sem retoques - F.C., 2013
Letra sem melodia

Tenha-me nos olhos e no coração -
Ajude-me a dançar esta solitária canção.
Às vezes, a gente perde a vontade,
Fecha os olhos e quando abre é tarde
Para compreender o significado de cada amanhecer
Nem Ter
Nem Ser
Nem nada
Nossa alma deveria crescer alada
Sem o ego que a amarra,
Sem o orgulho que nos separa.

Que seja hoje, a despedida.
Que possamos nos alegrar a justa medida
Das horas - Que a pressa ignora
Sob o peso da sobrevivência,
Nem Ter
Nem Ser
Nem nada
Nossa felicidade está selada.
Tenha-me nos olhos e no coração -
Ajude-me a dançar esta solitária canção.
O fim dos tempos, em tempo de harmonização...
Tenha-me nos olhos e no coração -
Ajude-me a dançar, então...


sexta-feira, 19 de julho de 2013

A face oculta



( letra - sem melodia)


A face oculta - desenho/Gimp - s/d.

Estou voltando para mim.
Tentei tocar as faces do mundo:
Encontrei as de Caim.

Seus braços abertos
Um riso incerto
Só trevas no amar.

Nada a resgatar
Daquilo que se perdeu -
Deus perdoa, não eu.

Devo somente passar...
Lamentos são correntes
Que não nos permitem andar.

O sacrifício da inocência;
A lágrima sentida;
O preço da existência é a coragem da partida.




sábado, 18 de maio de 2013

Fúrias.


"Olhos de Tigre" - FC - Desenho/Foto /parede - Gimp, 2013.

letra sem melodia

Ao longo dessa estrada
Caminho, não olho para trás.
Com a verdade não estou preocupada,
Um dia é mais um dia
Nada mais.

Os cartazes, as vozes,
Os desejos velozes...
Os poderes mortais
Passam, acenam e sorrisos
Enganam sem o guizo
Têm sempre fins iguais.

Ideais que não me pagaram o pão
São cacos de mim sobre o chão
Palavras, por ora, esquecidas,
À margem, resguardo as feridas
Das fúrias...

Os cartazes, as vozes,
Os desejos velozes...
Os poderes mortais
Passam, acenam e sorrisos
Enganam sem o guizo
Têm sempre fins iguais.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Er%C3%ADnias


D+!



+QD+!

domingo, 28 de abril de 2013

A cela


A Cela - foto/edição Fênix ( Gimp)
letra (sem melodia)
Encerra a cela branca
A sangria que não estanca:
Petrifica  o seu olhar.
As horas que se desmancham
- feito as nuvens, sem destino -,
São o meu castigo:

Porque desconheço os anjos,
Qualquer mistério,
Todo sentido.
A razão não cede,
O ego não percebe
Que o dia está partindo.
 
O que separa nunca une.
Outro Sol se vai
Chega a lua - a névoa cai -,
Nossa linguagem nos confunde.
Na cela, a tela,
O que sela os nossos destinos?
Na cela, o que vela
Por nossos perigosos caminhos?


Porque desconheço os anjos,
Qualquer mistério,
Todo sentido.
A razão não cede,
O ego não percebe
Nosso céu está partindo:
Pedaços, pedaços de nós ruindo.













quarta-feira, 17 de abril de 2013

O que brilha na escuridão


Foto - edição / gimp, Fênix, 2013.
letra / FC - 2013

Aqui, onde a sua luz não me alcança
E desbotam os matizes e as lembranças,
Sigo, e não devo ser seguida.
Plano num céu de tempestades - 
De alma em alma -,
Polinizando um possível futuro:
Que seja sem mim,
Mas, de esperanças sem fim;
Que seja em seu nome,
Mesmo, que me abandone
Ou  faça calar.

As marcas que trago na pele
A febre que queima por dentro
As crenças que ainda alimento.

O que brilha na escuridão
Não são as estrelas...
São os sonhos daqueles
Que não puderam tê-las.

As marcas que trago na pele
A febre que queima por dentro
As crenças que ainda alimento...

Aqui, onde a sua luz não me alcança
Longe da sua verdade
E de suas heranças, 
Sigo, e não devo ser seguida:

O que brilha na escuridão
Não são as estrelas
São as lágrimas dos que se perderam
Sem vê-las.

Sem poder vê-las, 
Perdê-las.









 ( lindas, lindas, lindas...)

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Nenhum de nós

 (FC -  letra, 2013)

As cordas, FC, 2010 ( edição: Gimp)

Lua negra
Noite chora
Todos os sonhos foram embora -
Embora, eu não saiba dizer,
Por quê?

Um sorriso, mais juízo.
Já não sei o que é preciso para nos confortar:
Nenhum de nós aprendeu a amar?

O mar que nos alimenta
É o mesmo que nos castiga em tormentas
E não há barcos ou salva-vidas,
Resta-nos curar, sós, as feridas,
Sem naufragar, sem naufragar...
Deixarmos de nos perder
Apenas, por querermos nos encontrar.

Lua negra
Noite chora
Todos os sonhos foram embora -
Embora, eu não saiba dizer,
Por quê?

Um sorriso, mais juízo.
Já não sei o que é preciso para nos confortar:
Nenhum de nós aprendeu a amar?



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