"(...) -Como eu gosto de você?

Eu gosto de você do jeito que você se gosta".

O Mundo no Engenho... e o ENGENHO do Mundo

sábado, 22 de outubro de 2016

Maya



Maya - Fênix Cruz - 2016


Só a seu lado que eu posso ser grande.
Pequena, no aconchego do seu colo,
Perfeita para as formas desse solo.

Se faço verdejantes as sementes,
Latentes esperanças reacendem o olhar:
E como água eu me espraio sem pensar.

E como ar, você que é a brisa,
Num sopro de Deus veio para me tocar;
Ensinar que se nem tudo se realiza,
Ha um plano melhor para nos guiar.

Tão oposto,igual e diferente,
De repente, me fez lembrar ser gente.
E Tento não desprezar os novos caminhos:
Mas logo descubro que de nenhum, fujo aos espinhos.



 



quarta-feira, 19 de outubro de 2016



Pintura, F.C 2016 ( sombra, batom e Gimp) 
 
"(...) - Como eu gosto de você? 
Eu gosto de você do jeito que você se gosta!"

A pena mágica...
 







 

domingo, 16 de outubro de 2016

Expressões do divino.




às Patrícias ( TJ/ Pa-Kua)

Um grama de alegria:
O remédio que a tudo alivia;
A velha fórmula mágica que dá sentido ao dia;

E todo brilho que  irradia
É energia para espantar a covardia
Das tantas batalhas vazias...

Se viver não nos oferece a garantia
Se amar carece de morrermos dia a dia
Se crescer é aprender o que ainda não sabia

A pequena dose que nos desafia
A seguir, sem prever a melhor via,
Só um grama de alegria:

Que louco a ela renuncia?


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

O Respeito é a Grande Arte.


Quem pratica algum tipo de arte marcial não pode se perder nas frescuras do "nojo" ou dos "pudores"*. Se não pode tocar ou ser tocado(a) 
é melhor não pisar num tatame.



Respeito:







Etc...💜💜💜

* Na maioria das vezes, falsos!

O trem

Imortal, F.C. rascunho 2016.

Eu sou por mim mesma
E somente por mim eu vou.
Esgotada pelo subemprego
Pelo submundo
Pela sobrevida que oferece mundos e fundos,
Sem fôlego para pagar a dívida
Que não é minha.
Com um pé na linha
E o outro no precipício
- Só artifícios.
E tudo a desabar:
O trem desliza no ar
Vagões daqui, vagões de lá
Dança macabra
Que nunca se acaba
Como a cal e a pá.
Há muito parei de falar
E logo, deixei de ser ouvida.
Se as palavras morrem
Com elas se vai a energia criativa...
Se não sei nomear bem o mundo
O mundo me nomeia mal.
Se da fronteira eu descuido
Não posso me sentir igual.







domingo, 9 de outubro de 2016

Neko







A inteligencia está em ver naquilo que se apresentava por finito, inúmeras novas possibilidades e, acima de tudo, em agir fundamentado na melhor delas.

F.C. 2016
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