"(...) -Como eu gosto de você?

Eu gosto de você do jeito que você se gosta".

O Mundo no Engenho... e o ENGENHO do Mundo

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

A mordaça

Orochi - 2015 rascunho

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Orochi - 2015 rascunho

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Orochi 2 - 2015 - rascunho

Eu não devo me indispor com a minha consciência:
Prefiro resguardar  os inocentes
A proteger os omissos.
                                                           F.C.





sábado, 21 de novembro de 2015

Dos perigos.

Orochi - 2015 rascunho

Surge o punhal - das sombras.
O rosto, bem conhecido.
Quando a escuridão inunda o coração humano:
A decência se perde de mãos dadas com o juízo. 

Dos discursos não restam sobras.
Das ações, só a descrença e o engano.
Qual o preço de alguém?
Tudo se revela com o passar dos anos.






segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Cidade Luz: que seu POVO permaneça Luz.


 
De olho por olho e dente por dente o mundo acabará cego e sem dentes.” 


Mahatma Gandhi


É possível que nosso leitor compreenda o momento atual nesta única frase. Todo radicalismo gera novos radicalismos. Temos que tomar cuidado com as atitudes daqui para frente. Tomar cuidado com a intolerância que nasce muda,  torna-se cega e explode raivosa. De tudo - nada tem a ver com a religião.  Existem pessoas inocentes dos dois lados da tragédia. Discriminar e proibir hábitos ou crenças generalizando o ódio, é o mesmo que alimentar mais ódio. A resposta a falsa fé não pode ser a da falsa justiça. 

Muitas pessoas estão fugindo da terra de origem porque apenas querem viver. Sem o Poder, apenas querem preservar suas Vidas e a da família. Outras irão se aproveitar da situação para nutrir a discórdia e a violência contra os estrangeiros "invasores". Por outro lado, as portas abertas para os que se infiltram com a mais vil finalidade faz crescer a desconfiança,o isolamento, outra vez a intolerância contra inocentes. Estamos vivenciando épocas difíceis. O mundo está sujeito a isso.

As mortes são imperdoáveis. E o que mais nos provoca repulsa é saber que por trás delas, pessoas se esmeram em esquematizar como matar a maior quantidade de pessoas possíveis, usando recursos que poderiam ceifar a fome e / a ignorância no planeta. 


Resta-nos a incômoda pergunta:

Como combater o mal sem provocar mais mal?




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